domingo, 1 de novembro de 2020

APRESENTAÇÃO

 


Olá amigxs!!

Meu nome é Paulo Correa, sou artista visual, neste blog e em 4 etapas vou apresentar o projeto de fotografia PINHOLE contemplado no FAC Digital do RS.

A técnica da foto PINHOLE como auxiliar na divulgação do patrimônio histórico tombado no município de Porto Alegre, trata de uma ação cultural  de divulgação, informativa e o mais importante,  um olhar atento para a preservação do patrimônio material e imaterial.

Para acessar o vídeo clique em: https://www.facebook.com/paulocorrea65/videos/10214647173251642


o título do projeto é: #PatrimônioNaLata


O Patrimônio escolhido para ser fotografado é as casas e calçamento da travessa dos venezianos.

O local é espaço público e próximo da minha casa.

Pinhole é um processo alternativo de se fazer fotografia sem a necessidade do uso de equipamentos convencionais.

É uma câmera artesanal que  pode ser construída facilmente utilizando-se materiais simples e de poucos elementos.

PINHOLE é uma câmera fotográfica artesanal que não possui lentes, tendo apenas um pequeno furo (de agulha) que funciona como lente e diafragma fixo no lugar de uma objetiva.


A imagem produzida em uma PINHOLE apresenta uma profundidade de campo quase infinita, ou seja, tem um foco suave em todos os planos da cena ou seja tudo está em foco

Para fazer uma PINHOLE é muito fácil; basta termos à mão o material necessário e latas com tampa.

São inúmeras as possibilidades de usar a criatividade para fazer uma câmera artesanal, pode ser usado caixas de papelão de tamanhos variados, latas e potes. 

Neste projeto vamos fazer uma PINHOLE tendo como base uma LATA COM TAMPA.

O primeiro passo é transformar esta LATA em uma máquina de fotografia, vamos começar pintando a parte interna deixando  completamente escura/preto.

Com tinta preto-fosco pintamos o interior da LATA, inclusive a tampa. Podemos também utilizar um papel cartão preto para forrar a câmara, ao invés da tinta. 

Depois, com o auxílio de um pequeno prego vamos fazer um buraco r com  uma agulha um segundo buraco, esse procedimento é necessário, pois com o prego o furo ficaria muito grande.

 

CLASSIFICAÇÃO LIVRE, NO ENTANTO, ATIVIDADES COMO  PINTURA, USO DE FERRAMENTAS E PRODUTOS QUÍMICOS  DEVEM SER EXECUTADOS SOMENTO POR UM ADULTO.



1ª etapa

• O que é uma MÁQUINA  PINHOLE?

Fonte pesquisada: https://pt.wikipedia.org/wiki/C%C3%A2mera_pinhole


PINHOLE

É uma modalidade de fotografia artesanal, com um viés  didático, artístico e com uma possibilidade de toque pessoal do fotógrafo na imagem criada ainda maior do que na fotografia tradicional. Construir a própria câmera, produzir e revelar uma única imagem por vez oferece ao fotógrafo uma experiência única de reflexão sobre luz, espaço e o que está sendo fotografado. A fotografia deixa de ser um processo automático de “click” e visualização e passa a criar outra relação entre imagem, equipamento e fotógrafo. A fotografia pinhole é a mais antiga das experiências fotográficas.

A experiência, além de trabalhar com a linguagem fotográfica, pode despertar nos jovens e adolescentes a curiosidade e gosto pela fotografia, ampliando seus horizontes de futuros profissionais.

A técnica PINHOLE é  ideais para crianças e adolescentes, uma vez que propiciam um processo de aprendizagem divertido e colaborativo.



• Confeccionando/criando a máquina PINHOLE com material reciclado


• fazendo o furo na LATA e colocando o PAPEL FOTOGRÁFICO

   FOTOGRAFANDO  e revelando.


Revelador > tem a função de Reagir quimicamente com os sais de prata presentes no papel fotográfico.

Stop > O passo seguinte é colocar o papel fotográfico na bandeja  que vai interromper a reação spot é uma solução de ácido acético e água, essa operação é rápida. 

Fixador > O passo seguinte é o último. O F tem a função de dissolver os sais de prata do papel fotográfico que não foram sensibilizados, reduzindo a sais invisíveis, sem em processo ao ter contato com a luz clara eles teriam uma reação imediata estrando a fotografia. Esse tempo de fixação é o mais longo de até 7 minutos , o tempo depende da qualidade do fixador.


POR FIM >> Em luz branca a  lavagem do papel em água corrente, tempo de lavagem até 7 minutos, na sequência colocar em um varal em lugar seco e aguarda a secagem completa 


fonte pesquisada: https://www.saibala.com.br/fotografia-pinhole-camera-artesanalimagens-unicas---5



4ª etapa:

• As fotos resultante em exposição virtual #PatrimonioNaLata.


Neste projeto vamos fotografar o Patrimônio tombado pelo município de Porto Alegre, a conhecida Travessa dos Venezianos.


 Travessa dos Venezianos é  uma ruela, localizada na cidade de Porto Alegre, no bairro Cidade Baixa entre as ruas Lopo Gonçalves e Joaquim Nabuco. São (17) dezessete casas populares tombadas pelo município de Porto Alegre.






Saiba mais fonte:http://lproweb.procempa.com.br/pmpa/prefpoa/smc/usu_doc/historico_travessa_venezianos_1.pdf 

A "Travessa Venezianos" é um conjunto de 17 bens tombados pelo Patrimônio Histórico e Cultural de Porto Alegre e está localizada próxima à periferia sul do bairro Cidade Baixa, entre as ruas Lopo Gonçalves e Joaquim Nabuco. 

Em ambos os lados de uma pequena rua estão localizadas 15 casas em fita. A construção da parcela com maior antigüidade data do início do século XX. A arquitetura simples, desprovida de elementos arquitetônicos significativos, revela sua forma de ocupação original, popular, destinada a servir de fonte de renda na forma de aluguéis. 

A parcela mais atual data aproximadamente de 1930 e adequou-se perfeitamente àquela existente, respeitando as relações de volume e proporção, contribuindo para a harmonia e peculiaridade resultantes. Trata-se de um espaço urbano típico de muitas de nossas cidades antigas, de estreitas ruas para onde se abrem portas a janelas de casas de pé-direito alto e platibandas. 

Até a metade do século XIX e fim da Guerra dos Farrapos, esta região da Cidade Baixa era um subúrbio com aspectos de zona rural, à mercê de constantes enchentes provocadas pelo Arroio Dilúvio. Conhecida também como zona de refúgio de escravos, sua evolução se fez a partir da instalação de uma olaria nas imediações. 

Cronistas da época citam como aspectos pitorescos o carnaval que movimentava as ruas deste bairro. Entre os blocos mais conhecidos destacava-se o "Bloco dos Venezianos". No entanto, não há ligações comprovadas historicamente entre o bloco e a "Travessa Venezianos". 

A atual Rua Joaquim Nabuco era a antiga Rua dos Venezianos, que teve seu nome trocado em 1936, e aparece pela primeira vez referenciada na planta da cidade de 1896. No entanto, as referências cartográficas para a "Travessa" surgem só na planta de 1935. Inclusive o nome "Travessa Venezianos" não se deu por Decreto-Lei e se enquadra entre as ruas chamadas "Ruas sem decreto". Conclui-se que o nome se originou em ser "Travessa da Rua dos Venezianos". Antigos moradoras entrevistados, afirmam que o acesso entre a Rua Venezianos e Lopo Gonçalves era feito através da "Travessa", pois existia ali um trapiche facilitando o percurso de quem se destinava a Rua da Margem, atual Rua João Alfredo. 

(...)  A "Travessa" era considerada como o setor mais pobre da Rua dos Venezianos, inclusive seu calçamento nesta área chegou mais tarde, em 1926. Proliferavam no bairro as construções de casas geminadas em fita para aluguel. Não há vinculação da atual população que habita a "Travessa" com aquela existente no passado quando da construção dos imóveis, uma vez que a permanência era temporária. 

De 1983 em diante foram iniciados reparos nas casas da Travessa através da Prefeitura Municipal. Foram executados trabalhos de reparação e troca de calhas, telhas e madeiramento de cobertura, tratamento anticupim, perícia e substituição de instalação elétrica danificada.

 Convém ressaltar que os próprios moradores, proprietários e locatários, foram por muito tempo os responsáveis pela manutenção de seus bens sem qualquer apoio externo. 

 Foram tombadas também, para preservação das visuais no entorno da Travessa dos Venezianos, as casas de no 506 e 534 da Rua Lopo Gonçalves e as de no 381, 383 e 397 da Rua Joaquim Nabuco. 



fotos: Paulo Correa/2020




fonte:http://lproweb.procempa.com.br/pmpa/prefpoa/smc/usu_doc/historico_travessa_venezianos_1.pdf 


 

APRESENTAÇÃO

  Olá amigxs!! Meu nome é Paulo Correa, sou artista visual, neste blog e em 4 etapas vou apresentar o projeto de fotografia PINHOLE  contemp...